NOTA DE ESCLARECIMENTO – CALÇADÃO DA PRAIA DE CAMAPUM DESABA

NOTA DE ESCLARECIMENTO – PREFEITURA
 A Prefeitura
de Macau lamenta o desastre natural ocorrido na Praia de Camapum, na noite
desta segunda-feira, 10, esclarecendo que os técnicos do município ja estiveram no local, trabalhando com
coordenação da Secretaria Municipal de Infraestrutura, onde inicialmente foi
diagnosticado que o piso do calçadão que cedeu foi implantado em cima da areia,
favorecendo a infiltração de águas das chuvas, sem uma base de concreto que
pudesse evitar tamanho estrago. Também é de conhecimento da população macauense
que o guarda corpo de ferro não é o mais adequado para áreas de corrosão, o que
já ocasionou diversas intervenções, desde a sua implantação, sendo o último
reparo realizado para o Reveillon 2014/2015, mesmo à época, técnicos da
prefeitura já recomendando a substituição total das grades de ferro. Outro
ponto a esclarecer é que o fato do guarda corpo ter sido fincado diretamente no
piso do calçadão, sem uma base de concreto, colaborou para que a situação
chegasse ao cenário atual de estragos acumulados ao longo dos últimos seis
anos, não apenas com as chuvas, mas também em decorrência do avanço do mar,
fenômeno comum ao litoral nordestino. Porém, ciente da importância da Praia de Camapum para o turismo
local, o prefeito Tulio Lemos se antecipou a este resultado e procurou a Secretaria Estadual de Infraestrutura, onde
foi recebido pelo titular da pasta, Jader Torres. Na audiência, o prefeito
Tulio Lemos cobrou ajuda técnica da secretaria, para o projeto de reconstrução
da parte do calçadão que cedeu e para implantação de um novo guarda corpo,
assim como para medidas de prevenção na área e também pediu a colaboração do
Governo do Estado, no sentido de viabilizar um convênio com a prefeitura. Nesse
momento, a Prefeitura de Macau não busca culpados, embora sejam evidentes os
erros no projeto de urbanização da orla de Camapum, que certamente custou caro
ao povo macauense. Ainda sobre a urbanização da área, a atual gestão municipal
lamenta que tenha sido pago mais de R$ 1 milhão de reais, somente na construção
das arenas esportivas da praia e também lembra que esse não é o primeiro
acidente natural, em menos de sete anos da inauguração da obra, onde já foi
destruído um quiosque de convivência com churrasqueiras e outra parte do
calçadão

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