MAUS TRATOS COM ANIMAIS

Essa imagem pra mim foi uma das piores que ja vi. Na tarde desta segunda fui visitar o terreno de meu pai (in memorian), na por trás do conjunto Arnóbio Abreu em Macau, quando me deparei com um cidadão que para marcar os porquinhos, segurava forte e com a faca cortava um pedaço da orelha, na mesma hora ligue pra Guarda Ambiental meu amigo Edson que foi olhar a situação. Acho que no lugar de proibir um monte de coisas, deveriam olhar isso. onde tem boi que morre com pauladas e as vezes demora a morrer, isso é CRIME. 
Realmente é muito triste saber que
atrocidades com animais ocorrem a todo momento. É por isso que a PEA foi
criada. Para conscientizar as pessoas e orientá-las a denunciar esse tipo de
atitude. E a melhor forma para isso é divulgar a todos os seus contatos sobre a
realidade. Quando as pessoas tomam conhecimento das crueldades a que são
submetidos os animais, seja para a indústria de vestuário, seja na cosmética,
no entretenimento ou para a alimentação do ser humano, acaba por tomar atitudes
em prol dos animais, deixando antigos hábitos de lado. Conscientização é a
chave de tudo! É a melhor maneira de combater os crimes contra animais.
A PEA pede que seus ativistas, ao presenciar
qualquer ocorrência ou emergência com animais que exija intervenção.
Qualquer ato de maus-tratos envolvendo um animal
deverá ser denunciado na Delegacia de Polícia. 
Aconselhamos que
os casos de flagrante de maus-tratos e/ou que a vida de animais estejam em
risco, acione a Polícia pelo 190 e aguarde no local até que a situação esteja
regularizada.
 A Lei 9605/98 (Lei de Crimes Ambientais) prevê os maus-tratos como
crime de comina as penas. O decreto 24645/34 (Decreto de Getúlio Vargas)
determina quais atitudes podem ser consideradas como maus-tratos.
Exemplos de Maus-Tratos
Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar;
– Manter preso permanentemente em correntes;
– Manter em locais pequenos e anti-higiênico;
– Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
– Deixar sem ventilação ou luz solar;
– Não dar água e comida diariamente;
– Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
– Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;
– Capturar animais silvestres;
– Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
– Promover violência como rinhas de galo, farra-do-boi etc..

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