ELE CHEGOU…

NOTA: Nessa quarta-feira, dia 04.01.2017, Macau já começa
sua renovação no cenário de lideranças no tocante aos assuntos da sociedade. A
Secretaria de Cultura é contemplada com a apresentação do secretário
adjunto/diretor executivo de teatro, Wallacy Braz. Ator, escritor, poeta,
compositor, temático de quadrilhas, dentre outros atributos, deseja-se a este
nobre filho das salinas uma ótima gestão enquanto secretário adjunto, sabedoria
e trabalho excepcionalmente pois Macau aguarda através, de uma singela esperança,
os novos rumos da “Nova Macau”


Biografia

Wallacy de Oliveira Gomes é
potiguar, filho de Janeide Oliveira e Cícero Braz, além de dois irmãos: Wagner
e Cristiano. Viveu sua infância e adolescência na Vila “E” do bairro
da Alcanorte em Macau. Estudou nos colégios 30 de Outubro, Duque de Caxias,
José Olavo do Vale e Clara Tetéo. Formou-se em Pedagogia pela Faculdade
Integrada do Brasil (FAIBRA).

Tem vasta experiência na área da cultura, tendo 6
anos de atividades artísticas em Macau e região, e fora do estado
apresentando-se em Maracanau no Ceará, Fortaleza.

Iniciou como ator, cujos espetáculos de renome são:
A Paixão de Cristo onde atuou como protagonista, sendo jesus. A Guerra da
Coreia em Macau de Benito Barros, cujo personagem era o gringo. A Família
Composta atuando como personagem denominado de Poeta, além de outros trabalhos
teatrais. Apresentou o programa cujo nome era 90° com Wallacy Braz na 1mtv,
programa de site, sendo apresentado no horário da noite.

Estreou na Quadrilha Estilizada Estrela do Sertão
no ano de 2013 sendo personagem, no tocante ao teatro da mesma, de Virgulino
Lampião. No ano seguinte, o desafio foi dar vida ao Sinhorzinho Malta,
personagem da trama novelística Rock Santeiro. Em 2015 vestiu o fardamento e
embarcou nas aventuras de um capitão. 2016 foi o ano singular e especial, onde
pôde experimentar além de direção teatral e personagem, expôr suas composições
musicais, e ser o temático da Quadrilha, despontando no cenário junino, com seu
primeiro, de muitos temas que virão, e composições que emocionavam e
prendiam-se em nossas mentes para serem cantadas. Texto Diogo Almeida

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